No cruzamento entre arte e consciência ecológica, Juan Pablo Schiebelbein constrói uma obra que procura comover e interpelar. Sua prática é orientada para a observação atenta da natureza e suas formas mais sutis, explorando a relação entre os corpos vivos, o habitat e a urgência de preservá-lo. Através do desenho, cerâmica, escultura, pintura e colagem, sua linguagem visual transmite uma sensibilidade singular para o mínimo, o vulnerável, o essencial.

 

Formado inicialmente em oficinas locais de Pigüé, Schiebelbein encontrou na cerâmica uma via de conexão profunda com a matéria e os processos manuais. Perfeccionou-se na Escola Municipal de Artes Visuais da Baía Blanca e obteve o título de Técnico em Cerâmica Artística na Escola de Cerâmica Bulnes, Buenos Aires. Seu percurso inclui também experiências formativas junto a artistas como Carlos Gaspar Moreira e sua participação em projetos interdisciplinares como Arte em Palavras, onde expandiu sua prática para o narrativo e o conceitual.

La obra de Schiebelbein expresa una visión crítica del presente, sin renunciar a la belleza ni al deseo de transformación. En sus piezas, las pequeñas formas de vida adquieren protagonismo como símbolos de resiliencia, en escenarios que combinan fragilidad, ritmo y contemplación. Frente a un entorno cada vez más artificializado, su producción plantea una ética del cuidado y la interdependencia, donde cada gesto artístico es también una toma de posición.

 

Participó en exposiciones colectivas en espacios como el Palais de Glace, Centro Cultural Borges, Espacio Bencich y Cultura Viva. En el plano internacional, su obra fue presentada en París (Art Shopping, Carrousel du Louvre) y en Berlín (Naturaleza en Divinos). Su trabajo se proyecta como un llamado poético a repensar nuestro vínculo con lo vivo y lo común.